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VERSETES ET NUEZAS DO VERBO VITAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Terça, 12 Março 2019 13:03

Tua pele arte, teus ângulos de carne

curvas ósseas, estruturas ávidas lascivas, linhas

retas, rotas, certas, espertas

diásporas e poros acesos: corpo.

 

Ao ópio ergo jarro de haxixe lírico.

 

Valores são para sempre... romper.

 

Caos prêmio da inquietação.

Bônus a poesia.

 

Minha angustiada busca do absoluto me predispôs

tanto à plena devassidão quanto ao mais

puro ascetismo. T.S. Eliot

 

Fora da mesquinhez da vaidade, da fé e do dólar

encontra-se a poesia.

A tudo que engendre

poesia dê valor absoluto.

 

O pendor libertino, a coragem de ousar-se

desprezo de regras (gramaticais ou não) e ortodoxias viscerais

revisão da seta e do alvo:

traços do caráter poético atual.

 

Valha a diáspora vital entre

o rigor do pensamento e a aspiração ao absoluto.

 

À beleza lírica e astuta de mais carnal Volúpia.

 

Senecta impotência não exclui volúpia vital.

 

Volúpia livre de tempo e lugar.

 

Beleza nada mais do que

esperança de felicidade. Stendhal

Poemas engraxadas de complexos sintagmas sutis.

Depuração de estranhos efeitos tolos.

 

Doravante, não mais és (ò viva matéria)

que granito rodeado de vago horror.

Baudelaire

 

Sobre ambições infinitas... e já enferrujadas

mijo em cima acidamente.

 

Do trato intestinal das leguminosas

trata o poema.

 

À parvoíce majestosa do espírito brasileiro.

 

Não só porcos amam.

 

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