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A LONGA NOITE DE 30/06/2016 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

A leveza profunda da mais vital alma saboreia

lento lugar de ser no mundo ínfimo

finito inexato com profusão íntima

e pleno azul, escarlate ou mudo

porém intacto como o espírito.

Como corpo de um canto ignorado

como alma precipitada num abismo de prata

ou desvairado amor pela entranha do ser rasgando-o.

Ou apenas um nascimento noturno, maiêutica de pura treva.

O incomensurável que almejo

a transcendência de não ser.

 

Até o rumo solitário, até

a palavra inaudita ainda, até

o corrimão de amanhã, até

o início sem fim, até a mim.

 

Até o eu da solidão que trafega no ser

e que traga mundos dentro de si

autênticos imperecíveis

como ininterrupto instante.

 

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