Murilo Gun

Quem está online

Temos 30 visitantes em linha

Enquete

O que você achou do nosso site ?
 

Assista

Parceiros

Admmauro Gomes

Siga-nos



ATÉS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Até que inesperada se refaça

num círculo de sal insone

toda a desdita perdida. Até!

Até que toda licença poética

silencie e fique o silêncio

que é um poema insolente.

 

O que vale, brilho sem data, nada!

 

A ígneas águas vou sem creme.

 

Vírgulas, por quê? Num poema.

 

Até, ontem, então!

 

Comentar


Código de segurança
Actualizar

INFORMA DIGITAL

Revista Urubu

Singular

Papel Jornal

Jornal O Monitor

Textos Agrestes