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ALMA E POESIA QUÂNTICA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Segunda, 12 Agosto 2013 19:18

Invista nos quanta de sua consciência e não só na física da alma (physics of the soul) secular (proba porém pobre). Faça o poema novo. Deixe grassar em si novo frisson. Renove o espírito.

A vital questão da Poesia Absoluta consiste em confrontar com coragem e persistência a dualidade: você que fazer (repetir, melhor) algo já visto (e cuspido) ou vai explorar novas possibilidades. (Fazer o novo de novo). (Conf. a física quântica vigente, os objetos – físicos e metafísicos, são possibilidades a sua escolha). Ou seja, você – nobre leitora, vai seguir sendo à moda antiga e no casulo – tranquilo mas parco, do velho ego ou vai sair de si (do calor do lar egoico, do recinto de seu coração mecânico, do recesso de sua alma física) e ir a explorar as imensas possibilidades de sua alma total? Escolha, relativa poeta! Cada poeta deve arriscar. Por essa nova e pascalina aposta enveredar. (Poeta no sentido amplo de criador literário).

 

 

Saia, logo, de sua palavra grave (e medida) grávida de significados precisos e antecipados! Aborte. E crie um novo estado, renove o ser do seu espírito (antilírico, reparnasiano, antiquado).

Esse chamamento é vital à novapoesia, poesia neoposmoderna (e mesmo posneoposmoderna, já), à Poesia Absoluta.

Abandone suas velhíssimas (senectas, vencidas) bagagens, faça, como fizeram universitários do curso de Letras da FAMASUL, extravie de propósito seus idosos conceitos sobre teoria da poética vigente hoje (do século XIX), arquive toda a visão neoparnasiana que o impingiram por anos a fio (cego) mestres coagidos por anacrônicos currículos; queime, num fogo votivo, dê a chamas iniciáticas, a mais sacra fogueira todos os seus (ossudos) dicionários de rimas e tratados de versificação (em especial o de Olavo Bilac e Guimarães Passos, velharia indolente e nada piedosa) – os seus, de seus pais e avós, e... emerja, desse sagrado incêndio, desse fogo votivo, desse auto de fé, NOVO!

Inscreva-se, após tal rito, positivo, no Curso Pound – e Aula Eliot, da poesia neoposmoderna (sem frescura de hífen), no ESPAÇO ZIZEK – BOOKS, COFFES, DRINKS, redação do jornal O Monitor e das Revistas PAPEL JORNAL e SINGULAR – de arte e literatura.

Receba os neoconceitos relativos (absolutos) à ecologia da alma e à economia do espírito. Ecologia advém da expressão grega OIKOS (casa, lugar, lar, ambiente, casulo, páramo) e LOGOS (conhecimento, ciência): estudo do ambiente físico em que estamos. Economia: de OIKOS (casa, oca) e Nomos (lei, norma): regras da casa em que vivemos. Ambos estudos ou conhecimentos contribuem para que sejamos.

Portanto, economia etimologicamente significa administração do nosso lugar no cosmo. Ou seja, na Terra, um planetinha – só conhecido um pouco por nós como larvas encravadas no interior de um cadáver ambulante cósmico, planetinha Terra a girar, a girar, sem outro propósito que girar, girar, em torno de uma minusculazinha estrela (sol, centrozinho do sistema planetário de que nossa Terrinha faz parte), integrada essa estrelazita – o sol, infimamente no âmago de uma galáxia discreta chamada Via- Láctea, que, por sua vez, é somentinha uma infimíssima aglomeração de estrelinhas de um conjunto portentoso de bilhões e bilhões de galáxias, compondo um aglomerado indescritível de seres cósmicos, corpos celestes, do inimaginável (nem por Deus) COSMOS, que por sua vez é um mero grãozinho de areia do conjunto de toda areia do mundo. Aí, chegamos a Deus. Venha a nós pois somos o (vosso) reino da palavra, o Verbo de Barro, A poesia. Escreva ao Espaço Zizek. Aos cuidados do boss cultural Osman Holanda.

Para viver, administramos esse lugarzinho (a superfície da Terra) para nosso bem-estar físico (do corpo). E igualmente, para ser, o administramos para o nosso bem-estar sutil (do espírito). A consciência do que vivemos numa totalidade que inclua o ambiente físico (externo e interior (intimo) leva-nos a conceituar e considerar bem a ecologia interior e a economia espiritual.

 

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