Murilo Gun

Quem está online

Temos 32 visitantes em linha

Enquete

O que você achou do nosso site ?
 

Assista

Parceiros

Admmauro Gomes

Siga-nos



POEMA VERÍDICO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Tez de tênebra, ventre azeviche

velo que noite rasga descobrindo

dos campos do corpo vivos paraísos

e selvagens cadênciais de sinfonias noturnas

pulsando nos seios em vital riste.

 

Lasciva ninfa de estonteante ébano

da ambrosia de teus braços renasço

e da noite diamante do teu corpo enlouqueço

como pluma a desvario do vento

sobre tuas carnes flutuo

e das tramas do teu ventre negro grito

embebedado e puro possuído

de todos os gozos do mundo.

 

Cadenciado odor do teu andar embriaga.

Enlaces de açucena se lançam

por sobre a negra geometria de teu ventre grato.

 

Meu olhar delira

sobre as flores de greda dos teus cabelos

(quando o soltas noite se lança dos lençóis).

 

Animosa carne me adormece

no intervalo dos êxtase supremos

e logo galgar volto luminoso dorso

ereto, alteroso, varonil, agudo

para nova aventura, volúpia nova

e sigo a devoração poço a poço

ébria viagem, itinerária catártico

ao claro e implacável país

de tuas carnes de múltiplas cores.

 

Lascivas acácias brotam do sexo

que litanias de Baudelaire não aplacam.

 

Comentar


Código de segurança
Actualizar

INFORMA DIGITAL

Revista Urubu

Singular

Papel Jornal

Jornal O Monitor

Textos Agrestes