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POIESIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Eliot dixit: O principal numa obra de arte (in casu, obra de arte literária) não é o que ela diga, signifique, mas o que ela faça (de si e do outro).

Poema não deve significar, mas ser.

 

Tanto em grego quanto em alemão, poesia é fazer, ser... não dizer.

A poesia faz a realidade do mundo humano, poética é a última escalada ao pódio da hominização definitiva, completando-se a humanização. Tão rara hoje.

E para nós (poetas e leitores do poema) é vital o que representa essa praxidade, enquanto arte (da palavra) e não mera macaqueação de rimas e trenas (emocionantes e úteis). Nunca torneio de florilégios falsos.

Poema não se prova com medidas e sons (maviosos ou não) finais elegantes, raros, isócronos. A evidência que o sustente esteticamente não é passível de comprovação quais proposições lógicas ou prosa (empírica).

Exige-se do poema lealdade ao relevante, que o verbo se faça luz e alumie não só o leitor, mas a sombra também.

E o que dá relevância em poesia é a forma (livre, jamais estabelecida por fora). É livre, porém é forma (alta, pura, grata, súbita, ávida, úmida).

O sentido do poema é o mesmo do mundo, isto é, complexo, ambíguo, paradoxal, interior. Mundo do poeta... e só leitor, com arraigada, autêntica, firme e consciente concepção do mundo, consegue alcança-lo, esse mundo humano que poeta conceba e crie.

 

 

 

 

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