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NÃO DEIXE QUE LHE TIREM ATÉ O SEU CACHORRO-QUENTE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

(Este texto – cedido por um amigo, Prof José Rodrigues, palestrante, empresário (do ramo da ecologia),

com Mestrado em Gestão de cidades e também de pessoas e negócios – contém, traz, simboliza uma lição vital aos micros pequenos, médios e grandes empresários. Em miúdos,  é o seguinte.

 

Não se entregue, não vá nas ondas pessimistas, não emprenhe pelos ouvidos, não desista, se tem crise, ganhe com ela. Noticias más de jornais e TVs pessimistas não devem lhe atingir. Isso é conversa para boi dormir e você não é gado, bovino é o tal idiota do Mainardi. Essa história de economia ruim é papo direitista da VEJA, que não é revista, é facção. Você – empresário – é singular, não é massa, que vai com as outras ou com os mascarados. Se for preciso, aumenta a astúcia, invente, use a fórmula da criatividade nos negócios , como prega meu filho Murilo Gun, em seus workshops pelo Brasil. Você é você – não é outro qualquer ou massa de manobra.

O professor Rodrigues, formado em Direito, com mestrado em Gestão, além de professor de inglês, criou um paraíso na Mata Sul, é um utopista prático. O Retiro das Águias é especializado em retiros filosóficos, espirituais, religiosos, entre outros fone: (81) 9786-8866).

“Um homem vivia na beira da estrada e vendia cachorros-quentes. Não tinha rádio e, por deficiência de vista, não podia ler jornais, mas, em compensação, vendia bons e muitos cachorros quentes. Colocou um cartaz, à beira da estrada, anunciando a mercadoria, e ficou por ali, gritando, quando alguém passava:- Olha o cachorro-quente especial!!

E as pessoas compravam. Com isso, aumentou os pedidos de pão e salsichas, e acabou construindo uma boa mercearia. Então, mandou buscar o filho, que estudava na Universidade, para ajudá-lo a tocar o negócio, e alguma coisa aconteceu. O filho veio e disse: - Papai, o senhor não tem rádio? Não tem lido jornais? Há uma crise muito séria, e a situação internacional é perigosíssima! Diante disso, o pai pensou: - Meu filho estudou na Universidade! Ouve rádio e lê jornais, portanto, deve saber o que está dizendo! E então reduziu os pedidos de pão e salsichas, tirou o cartaz da beira da estrada, e não mais ficou por ali apregoando os seus cachorros-quentes. As vendas caíram do dia para a noite, e ele disse ao filho, convencido: - Você tinha razão, meu filho, a crise é muito séria!” Fechou o negócio, faliu, porque deu ouvidos a boatarias de jornais e ao pessimismo erudito do filho.  (texto de um anuncio da Quaker State Metais Co.)

 

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