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Escrito por Administrator   

A terra exige seus direitos (alienáveis)

apregoa a pregadores suas mazelas

desola Eliot

que olha suas nervuras e trevos

e treina malmequeres em Álbion

as vacas sagradas dos empreendedores mugem

as veias devastadas dos jovens

pela química desenfreada da alegria pétrea

pelo êxtase comprimido em cachetes brancos ou róseos

anseiam por ditirambos e renúncias democráticas

hinos de cinza se erguem das taças de tório

lábios plutônicos espiam vaginas de urânio

bocas de césio anseiam por hecatombes goianas

eitos de novalis se acumulam sob lua sonâmbula

que fareja nos silos dos pounds de algibeira o limbo da palavra

estéril herança, áridos legados, ócios e trapaças azuis

imitações de falsos propércios cesáreos

vendidas por frações de sestércios (e deuses de césar)

cerdas para escovações viris, senis vassouras januárias

lembranças de abortos, colmeias encantadas.

 

(Do ciclo de irreflexões de abril/2013)

 

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