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OLHOS DE COIVARA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Ah, que tu escapes

do insumo e da catraca

e que o instante de tua vitória arraste-se

dissolva-se como o vapor dos adeuses

como o gesto esfarelado de mármore

velho, como cinto de castidade nua.

 

Antílopes e estrelas já não se comunicam.

E serpentes se ativam na primavera.

A peleja entre orvalho e labareda é imortal.

Vamos, amiga, nos exilarmos nus

em nós mesmos.

Irmos a gruta da anunciação amasiados

como irmãos, é preciso.

Comprar lustres para o labirinto

e alaridos para construir o silêncio.

 

Para o poema um verbo clandestino.

 

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