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VERDADES DIURNAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

O etéreo (e seu empório distante)

não se digna de inclinar-se a nós.

Pobres humanos, criaturas da penúria.

Não há clemência para mortais.

A mais sólida fortuna é de pó. Vais ao pó.

Só incubas a dor (maior).

Não é lenta (é ágil) a tristeza.

Alegria parca. O fio da vida curto.

Algo logo o corta (para sempre).

Com faca parca.

As asas estão fechadas.

A queda é o auge. Ícaro é um idiota

(de cera sem alma).

 

Só o infinito se estende às palavras

paralelas do poema.

 

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