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CIO DO SONO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Aquele mamilo adolescente

que eu manipulava com apreço

não me sai da rima

jamais esqueço.

 

Olhava o tênue pentelho

a relvazinha artística da racha

no prado da cama espalhada

em apego ventral. Irresistível.

Eu baixava com perícia

voluptuosa a bermudinha rosa

mordendo sua diafaneidade pura.

 

Branco zelo fazia

surgir a santa calcinha

estufada de viço e cárcere

da estupenda nádega a luz ávida

e a seda viçosa do olhar

se espalhavam no lauto

espelho do motel precioso.

 

O desejo enlouquecia

eu não atinava

com os glúteos da ética.

 

Àquela carne macia

e proibida eu ajoelhava.

 

Polpa opulenta da anca

inflação do desejo desatava.

 

Extasiado às raias da loucura

era lavado

à rútila ferida debruçado.

 

(Quando acordei

do sonho mordente

estraçalhara de seminais estrelas

o travesseiro).

 

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