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O SÃO JOÃO DA CRUZ ARDENTE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Amor cala. Não amordaça.

Luz invisível e silenciosa contenta.

Da ardente iluminação do silêncio

vem o poema noturno da manhã

labareda que é alvorada (e madrugada)

fogo e alba de mãos dadas.

Canção em silêncio cristalizada

comunhão de luzes uníssonas

adesão ao fogo primevo

confábula de cinza e água

a dialética do espírito esclarecida

a raiz da treva tornada luz profunda.

 

Vidro é o sol advindo

sal é o dia eleito pela veia.

 

Desmudo véu, cinza vencida

a iluminar o ralo manhã amortecida.

Inconsciente instante de ser insendo.

 

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