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SABOR (DE MIM) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Saber que a poesia conversa com árvores

e na campina do silêncio vespertino

leito de estrela d’alva acasala

com o ângelus

 

a se engalfinhar com potes de cones

volumes e crivos

das cores do crepúsculo nas varandas

do lúbrico amanhecer.

 

Saber que graças à poesia

capaz és leitora incruenta e sadia

de ouvir orvalho e sentir

a seda úmida da manhã dos lábios

a olhar astros matutinos debruçados

das madrugadas dos alpendres

 

que restaram das réstias da infância

ou de suas imperiosas ruínas sobreviveram

 

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