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Escrito por Administrator   
Terça, 20 Agosto 2013 12:47

Na poesia absoluta, no seu exercício, na sua compulsão e vertigem do verbo, dou vazão a mim (mesmo) e a mim não o mesmo (ao mim outro, a algum eu não vital); dou plena vazão a minhas fantasias, pulsões (boas ou más) e desejos (geralmente eróticos demais).

E invalido o poema.

 

 

 

Nota: Meu eu esconde e me

revela. Me escande e amorfa.

Me insinua violência verbal.

Me faz me ensimesmar em outrem.

Meu eu é cruel.

Meu eu é outro.