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Escrito por Administrator   

Se em minhas mãos estremecer mamilos.

E seios parecerem palpitações de pássaros.

E cópulas, tentáculos.

E a carne se bula.

E uma rosa de etanol floresça num motel.

 

E os lábios forem oceanos. De eslava e

lúbrica saliva. Lascivo mel.

 

Seu corpo era de pura açucena.

Seu beiço de abelha.

Sua cútis de lua.

 

E o púbis de lascívia imprudente.

Entre o prazer e o punhal me decidi.

 

Por que morrer?

Não há porquê.

 

É inconcebível morrer

Aceitamos a morte por hábito ou vício

E nos rendemos a ela.

Nunca nos revoltamos. (Por isso a dama vesga domina).

Ficamos paralisados ante essa inútil senhora.

É preciso criar o Partido contra a Morte (PCM).

E, se chegarmos ao poder, a revogaremos.

(Inultimente, acho).

 

 

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