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ANOTAÇÕES SOBRE O CAOS FINAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

O Vale de Josafá amanhecia murmurante.

Era a manhã do dia final.

Pessoas, crentes e curiosos se amontoavam, lenta e constantemente novas levas e manadas humanas acorriam ao velho vale salvífico buscando redenção ou testando os acontecimentos, perquirindo a fé, arriscando como Pascal uma aposta vital.

 

Sucessão incontrolável de murmurações, conversas, boatos de beatas, interrogações, explicações se multiplicavam desmesuradamente, quanto mais a multidão se apinhava esmagando o solo, pisando a erva, a relva reduzindo à pasta verde espragatada.

Campina afora se alastrava dúvidas e certezas, fés e desesperos se aliavam. No fundo, todos esperavam safar-se no último ato do mundo, de que se apoderariam... e destruiriam.

Realmente, os humanos, os homens, nós fomos praga que Deus pôs para apimentar a criação... e Ele se arrependeu completamente. O homem (praga de Deus) destruiu o mundo e destruiria quantos houvessem.

 

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