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Escrito por Administrator   

Não há mais oriente para o homem!

E para a poesia? Não há!

O que faz a poesia, hoje?

Ontem era de salão e álbum

alegrava a sociedade e levava

risos a rostos fechados aristocratas.

Hoje, nada. Não sei até onde ela irá.

Talvez, a lugar algum, que é uma boa

e estratégica locação para

dias tão insossos.

Quem porventura queira ouvir  as confissões de VCA? Ninguém, que eu conheça bem. Não colóquios íntimos de um poeta (?), ensimesmando-se a esmo e sentindo-se outro eu (o tal antiempírico eu). Isso acelera a neurose. Só. Quanto aos vazios, são dos outros. Não meus. A mediocridade vazia e esvaziada é rebanhosa e animada.

 

 

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