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Escrito por Administrator   

Eis o momento (ou ele já passou, era) da poesia encontrar o seu futuro (não prévio), já que o presente brasileiro foi tão sáfaro infértil como um deserto

– e ficou coagulado (o que? Escolha) no traumático coração do passado parnasiano incessante incensado: a glória.

 

(Veja que Bilac foi a renegação de Alves).

A poética brasileira vigente – com exceção de espasmos (ou episódios ultramodernos: CDA e Mendes uma Bandeira Meireles) – é precária, além de anacrônica, isto é atrasada, é velha, rabugenta, com ares de lassa eternidade (pre –sunçosa e cansada).

O poema não tem razão ou emoção, tem palavras. Não é adiposo (baconiano no sentido ianque) nem do tamanho certo. Não vive da nudez clamorosa ou da aridez ou definitividade metafísical da forma. Porém, é dialético, em seu real movimento verbal, na busca de ultrapassar-se indefinidamente. Como escuras motosserras em uteís brancas.

Dá-me calafrios de repugnância assistir a jovens (velhos) debruçado sobre dicionários de rimas, à busca de pepitas fonéticas sonoras, ou ilhados em rol ou penca de emoções particulares, em pensamentos, isto é, sentimentos intimistas, recordações da mais idiota infância (o tal primeiro bosquejo de amor qual lança cupida ou cúpida estraçalhando o pequeno coração-coitado); ou simplesmente comprometidos com alvos políticos da moda (tipo derruba Dilma). Dá alta náusea!

 

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