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POEMA DA MADRUGADA DO RETIRO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Ao oco melancólico da vida

sem sangue de gargantas bolindo-se

(tudo permanente e imobilizado

como  um rio empedrado

fluxo interrupto das coisas nuas).

 

A luas hipnóticas e cia

este poema alto dedico:

a descendências sedosas que aviltei

a esgotos florescendo no coração impune

à terrível germinação dos iodos da idade

a açucenas aborrecidas (e estúpidas)

a cruzes novas e chagas fechadas

à dor viva.

E ao dilema: cão ou leito nupcial?

 

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