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Escrito por Administrator   

Dos arredores da nádega

o arrabalde noturno, a sanha, o néctar

do gozo, a chama da vida, o sono.

A hora indesperdiçavel.

Dedico os dois poemas a

À Sarça ardente de meu nome

secreto como um fundo vinho

à doçura exponencial dos salmos (e lábios)

ao perímetro da barba de Barrabás

á água poluta da mão de Pilatos

ao cume da sina, alvo da vida.

E a Brahma. (Não a cerveja, mas o Deus).

Faz bem olhar

o tempo da folha

o ramo da hora

o dia da relva

a horda do pássaro

especulando a grama.

 

Com olhos de água e tempo

vês rosas pubescendo.

E os mares febris do sono te assomam.

 

Florestes e martelos

dores de espada

asas triunfantes.

Naipes selvagens

(valetes de espada de Gerardo)

ou espadas como lábios de Aleixandre.

Águas de trigo.

E cevadas de sete fileiras

da vodka Finlândia. Com água da primavera

de degelo do Polo Norte.

(Além de eiras e foices

com sons dentro de sinos).

 

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