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“COMO FRUTO SE FUNDE EM PRAZER COMO É DELÍCIA SEU DESAPARECER” P. Valéry PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

O que repousa sob as coisas

a essência

palavra mineral as alumia

escuro da aparência retira sombra incerta

o que sob as coisas as espelha e reflete

é o poema

que é o tudo o que não pode ser dito

mas expressa o todo (sem aporia, ilusão, libelo)

por vales e luas entretecido

por onde escorra luz da alma lua

pois poesia é da ordem do ser

do reino possível do impessoal

da linhagem do pleno e do aberto é a poesia

jamais   questão de foro íntimo ou mera partícula

do velho ego gangrenando

ou alojado numa gaveta.

 

 

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