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FORMA AUTÔNOMA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Sentimos prazer com a forma autônoma da poesia, livre, absoluta poesia... e somos por ela energizados liricamente,

quando a repercutimos na alma (e o eco não é oco mais) quando a contemplamos improfanadamente na página (essa outra alma branca) a nos alinharmos a ela (a suas linhas virgens ainda) cheia da sedução inexprimível do ser.

 

Necessidades emocionais (velhas) são bagatelas. Apenas satisfeitas soneticamente.

A verdade nos possui (e passa a nos pertencer) quando nos irmanamos, tornamo-nos uníssonos (corpo e alma um só conteúdo e forma, impressão da expressão) com a forma poética que é interior.  E vem do veio oculto e completo, abstrato e concreto da alma.

Quem faz o poema absoluto não é a vida (apenas), é a pena, a tinta, o espectro branco da página. Não é o indivíduo. É a sociedade livre dos homens presos a usuras e destinos comerciais mesquinhos.

A impregnação estética – ou conformação formal – é uma escapatória, uma saída para o refúgio que se encontra fora da vida informe (e comerciária ou sublimada apenas) do dia a dia. Saída expressa do ou para caixas destituídas de poesia valida (inválidas caixas).

A poesia pertinente para o estético não equivale, ou melhor, não se resume a expulsar o conteúdo (sentido preconstruído) de modo a isolar a forma, mas implica ou remete ao modo como a forma se torna parte (não ínfima, mas íntima e própria) do conteúdo. Numa perspectiva puramente dialética.

A forma não é rastro material, vácuo, mera fenda, bagaço, câmara de liberar pressão, válvula de compreensão, num ambiente ou superfície – ou sistema, subexistentes. A forma é material. O material do poema absoluto, que o concretiza.

 

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