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POESIA ABSOLUTA: CONCEITO E PRECONCEITO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Terça, 01 Outubro 2013 21:45

A poesia absoluta, cujos delineamentos e primeiras tentativas de conceituação vieram da Alemanha, com o Prof. Cláudio Veras, a que dei continuidade e alimentei com poemas o processo, e o Prof. Admmauro Gommes – da FAMASUL deu coerência final e levou a debate, entre alunos e professores das Faculdades da Mata Sul, não é uma oferta, é uma conquista.

É um tema fértil, uma fecundíssima teoria, um processo de descobrimento espontâneo, factível, hipnótico digamos, posto que estudantes de letras, desde a primeira série, início do curso, em 2013, a tal se dedicam, investem... e com tal autoridade e precisão assombrosas... e assim revelam a potencialidade do assunto, numa demonstração cabal da própria capacidade dos estudantes, o tirocínio em imergir com êxito e consciência e decisão, em campo tão complexo e novo.

 

Ao desencanto característico dos sistemas educacionais fechados, à falta de porosidade e impermeabilidade ou desosmose pedagógica, ou ao conservadorismo curricular, alunos e professores da FAMASUL opuseram corajosamente o reencanto, a vontade de trilhar o novo, e desprezar os velhos caminhos ínvios e sem saída de sempre. (A respeito da teoria do reencanto - que parte do desencanto, leia o filósofo Reginaldo Oliveira, e sua obra Sabedoria ou Mediocridade – Diálogos no Reino das Águias/Bagaço/2013).

E assim levar a barca da literatura até os portos da eternidade e seus cais infinitos. Num esforço de pedra aguda em busca de polir o futuro (e seu bom termo). Biblicamente equivale a ver o escuro, a por o poema sob o olhar de Deus. Incitar o desempenho do ser em formação. E recusar a repetir, imitar, ser objeto e não ato de aprendizado.

Lutar para dar validade humana ao homem, ver e dar à vida literária vigência e não ausência. Esgrimar na lauda pelo velo e revelo do texto. Se sol vá à boca do ocaso infalivelmente, por que não admití-lo? E comemorar o ocidente?

O que já não se disse nunca em poesia, diga-se agora... e não se cale. Por temor ou triste retórica ou reverência parda. Por ser uma pergunta essencial, hoje, agora, à época, o que seja poesia absoluta ainda não tem resposta. É uma indagação em progresso... e uma resposta em formação. São perguntas radicais que se alimentam de respostas continuas, como as que Cláudio Veras, Admmauro Gommes, João Constantino Ramos, Marcondes Calazans, Gilvan Santos, Ricardo Guerra Osman Holanda Cavalcanti, José Rodrigues, Cel. Reginaldo Oliveira, Sébastien Joachim, Rogério Generoso, Adriano Marcena e Luiz Alberto Marques Lisboa, entre tantos, dão com competência absoluta.

 

 

 

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