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A VIDA (E A MORTE) DO HOMEM PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Sorte que cinza é lenta

dispersa ou amontoada se contenta.

A morte deserto sem lua

água ou ar: só culpa

nua.

 

Barco de ébrio mar

mar que é morrer

singra o ínfero

vida cristal quebrado

sulco do silêncio azado

ávido grito estancado

morte tem forma de amêndoa parida.

Vida noite adiada

pálpebra cansada

rio em que sete insônias

atravessam

cortando cruzes de água.

 

Trêmulo inseto

busca néctar escuro

orvalho arrependido

(da réstia de luz

Que lhe deu brilho)

Âmbito de precipício

vida bagaço triste

ao vento de rua morta

imobilizado

bandeira sem sentido

barro desperdiçado

sopro irrefletido

(de um Deus

bondoso em demasia).

 

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