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O FICO DE AUGUSTO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Poetas, como Cassimiro de Abreu, de um lirismo mole (sem músculos verdadeiros como os de AA), leve, pouco árduo, muito vago, em sumo festivo e amoroso,

esplendeu nos salões da época, brilhou, na pauta dos recitativos, teve a vida de flor de laranjeiras e de cântaro perfumado ( como disse um poeta paraibano).

 

Os poemas cassimirianos,  entre os anos 50 e 60 do século passado ainda habitavam lábios cheirosos das moçoilas e eram atirados como lancetas nas páginas ávidas dos álbuns das virgens e viçosas mocinhas sonhadoras de então. Augusto dos Anjos é outros quinhentos. Sua glória não é epocal, datada, localizada num ponto do tempo (lembro Renaldo Moura); sua glória não é de trânsito (sic) ou de veneta.

Meio inacessível ainda, sempre estranho e trágico, irreverente com a morte e o apodrecimento infalível do ser e suas carnes, inesperado em imagétíca poética, AA hoje é poeta integral da cultura popular brasileira.

 

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