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COLINA SOL ENGOLE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Engole sol colina

ruidoso crepúsculo fina

cores ficam escuras

parecem mortuárias

tudo se agrupa tudo se aninha

no colo da noite auspiciosa

da janela indissolúvel

de minha cela (com cilício)

diviso ainda dadivamente

cimo noturno

da folha da bananeira:

nela escrevo este poema.

 

(Solto como pássaro ou luz

do céu maior de Garanhuns).

 

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