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Escrito por Administrator   
Quinta, 31 Outubro 2013 18:14

VCA

A liberdade gera o maior rigor, o horizonte mais alto, multiplica a imagem da palavra, potencia o acaso, solta o verbo e contribui para a organização plena do delírio verbal. Ao fazer fermentar o aleatório da palavra na página, esse atanor branco, os microorganismos da liberdade poética infestam o papel que é a alma do verso.

O projeto da Poesia Absoluto é propiciar ao leitor a mesma liberdade desfrutada pelo autor. Dai a franquia do caos da linguagem poética vital, isto é, básica à poesia.

Por que não permitir a construção verbal (e humana) de sepulturas aéreas para pássaros (já moribundos) ou apenas agonizantes?

Quem sabe se para isso ainda seja ineficaz a poesia neoposmoderna. E necessite-se de um neoposdadaismo urgente. Ou mesmo o posneoposmodernismo poético já.

Para que leitor seja mais vital (e menos Bilac) e contemple o verbo menos do que o compreenda. E contemplando-o comungue-se. E se comunique com o espírito.

 

 

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