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Poemas
DIDO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Quinta, 10 Outubro 2013 19:20

Dido é aurora feita de fumo e dor

é ardência de treva, injustiça de longe

impuro fruto do amor (sem pena).

 

 
ÍGNEA ÁGUA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Quinta, 10 Outubro 2013 19:20

Fogos fugiram como ralos de ratos

a nave do corpo abandonaram.

 

Cálamo imóvel vai ao mistério

(infernal) do espírito e acorda

os demônios da imaginação.

 

 
ABSOLUTO OFÍCIO DA PALAVRA POÉTICA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Quinta, 10 Outubro 2013 19:11

Todo vazio é hiante.

Todo uivo viável.

Todo abismo vê.

Só a palavra usura é viva.

 
INTROITO VITAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Terça, 01 Outubro 2013 21:40

A simetria implacável do poema

dividido em retangulozinhos de 3,4,5,6 e 7 versos

(próprios da sublime poesia popular

da tradição cordelista e declamatória

de extração medieval lusa) é intolerável

hoje, agora (século XXI).

 
ADVERTÂNCIA (SEM ADVENTO) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Terça, 01 Outubro 2013 21:39

Tanto o mundo sublunar

quanto a existência solar

são mais precários do que Deus

 

(que não nos ama tanto assim

e sempre nos deleta

cessa nosso fôlego

com a amargura do sopro (inverso – e prosaico)

arrancado de nosso peito

suprimido de nossas bocas

(ou narinas esmas).

 

 
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