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Ensaios
A UMA NOVA POESIA A UM NOVO FRISSON PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Terça, 09 Julho 2013 18:33

Uma nova poesia acende a dúvida

(ergue-se qual fênix moderna

das cinzas das palavras velhas

de sentido curto ou unívoco)

e declara a morte possível da velha

 
A literatura PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Terça, 09 Julho 2013 18:25

A literatura – parte da totalidade da cultura, é um fenômeno específico, não do âmbito da razão, porém do campo da sensibilidade, isto é, do espírito, característico do espírito humano, em sua plena evolução. Não evolução geológica, ou seja, meramente temporal, mas produto de um processo do desenvolvimento cultural (isto é, não técnico ou científico). Cerca de 100 anos antes de Cristo, em especial no século V a.C. e nos começos dos tempos históricos, 100 anos antes e 100 anos pós-Cristo; a literatura (em particular, a poesia) alcançou seu apogeu, em Grécia e Roma.

 
VERTENTES EM ALTA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Segunda, 10 Junho 2013 20:24

Envolta em matilha de brilho, com níveos dedos-rosa, em riste a cor que Febo semeia, a manhã avança e junca de claridade a terra (a treva desanca); das aves o coro de arrulhos acorda o mundo todo, do mar ao sertão o agreste incêndio do sol benzendo o vivo; o ruído dos arroios (incluindo o córrego dos Coqueiros, que do balde do açude eleva a harmonia aquática ao ouvido das nuvens) brota com o  rosto da aurora; a flora, o zéfiro, a água, o vento, a voz, o céu bradam, e as cores do grito, e o vôo da luz, inundam ruas e jasmins; a latada de cidreira, o abraço da malva, os gerúndios de mostarda, batalhões de camomila, alfarrábios de lírio, bálsamos de alfazema, tulhas de ervas doces ,redondilhas de flores, dançante zumbir de abelhas, néctares voando, pólens sorrindo, tudo une e anuncia a manhã que desponta, pressurosa e ridente, em Vertentes, terra da palavra e do coração, seiva e lume, corça e gume, leito e sono, sonho e nume, graça sem sombra, silêncio que fulge, aroma armazenado no ar montanhoso, respiração de pássaro, Vertentes, onde a lua vem dormir e onde o sol acampado espera, noturno lince, o sono lunar, para seu rosto  vertentense exibir à vida, abrir ao mundo o sorriso lúcido, o cintilante esgar do céu jogar em ímpetos quânticos; enquanto o cântico dos regatos sobe, raios certeiros do Júpiter agrestino acertam o peito da cidade-mãe.

atualizado em Segunda, 10 Junho 2013 20:27
 
SOBRE UM POEMA PERFEITO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Segunda, 10 Junho 2013 20:22

Poema conjetural é um poema com 44 versos, distribuídos em 2 estrofes (uma, com 38, outra, com 6 versos), vazado em endecassílabos, em métrica espanhola.

O poema pode ser dividido em 10 blocos nítidos, constituídos pelos versos 1/5, 6/12, 13/17, 18/21, 22/24, 25/27, 28/31, 31/35, 36/38 e, última e segunda estrofe, versos 39/44.

 

 
Separar o poeta do leitor ou do não poeta PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Segunda, 10 Junho 2013 20:21

Separar o poeta do leitor ou do não poeta

é difícil, porém necessário.

 

O poema começa finito, relativo

situado, datado... e vai além

da caneta ou do teclado

(poeta absoluto é triste. E íngreme).

Poeta que inventa o que não cessa de ser

o que não teme o relativo

ou a fronteira, ou o limite falso (fácil

que é o mesmo)

que excele, excede até

que reste o absoluto.

atualizado em Segunda, 10 Junho 2013 20:33
 
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