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Ensaios
A POESIA BRASILEIRA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Segunda, 10 Junho 2013 18:46

A poesia é o verbo (de barro) com presente, passado e futuro. Que vive o tempo da palavra. No Brasil, hic et nunc, a poesia não tem futuro. É relativa ao passado.

Nesse contexto, a poesia absoluta (a neoposmoderna) é anacrônica. O anacronismo se refere ao tempo presente. Pois o verbo da poesia brasileira de agora conjuga-se no passado (é cônjuge do passado a poesia brasileira de hoje).

A poesia neoposmoderna é a do futuro. Embora que, nós, poetas absolutos, já esgotamo-la e já investimos na poesia posneoposmoderna.

 
MORTE E VERME (IRMÃOS) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Segunda, 10 Junho 2013 18:42

 

Nada transcende, nada resiste, nada sobrevive

ao verme. A larva (eterna) roe-nos (até

aos ossos) corpo e alma. Pois suas

mandíbulas (atras e macias) são igualmente metafísicas.

 

A morte é uma esfinge a devorar-nos

decifrêmo-la ou não.

 
A Marginal Recife 5 e o Movimento dos Escritores Independentes de Pernambuco PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Quinta, 06 Junho 2013 19:53

À Dama da Epifania - Cida Pedrosa e aos Cavaleiros da Terceira Margem

Chico Espinhara e Eduardo Martins

Vital Corrêa de Araújo

 

Findava o violento governo Geisel, e Figueiredo, alérgico ao cheiro do povo, já coreografava, com uma gestão grosseira e delirante, as últimas e grotescas cenas dos estertores da ditadura, ameaçando escoicear praças e transformar o que restou da pátria em haras.

A agonia, artificial e irresponsavelmente estendida, da ditadura brasileira - por todos os títulos e aspectos prejudiciais a todos - era apenas uma doentia satisfação a meia dúzia de generais golpistas e renitentes, antidemocráticos por natureza e formação, nos bunkers didáticos do Pentágono, onde epistemólogos belicistas da guerra fria ofereciam a cabeça das pátrias na bandeja geopolítica, cercados de Salomés dolarizadas. Tudo sustentado pelo estabelecimento industrial-militar (que a linhagem Bush teima em reproduzir), e que no Brasil teve sua versão cabocla, simbolizada pela cerimônia de iniciação, em que as madames davam as jóias e poupavam os dedos e as mãos dos maridos, habilitadas assim, para a faina corrupta da busca do ouro fácil, que por 20 anos aflorou por estas plagas sem lei nem rei (os tentáculos da corrupção civil gerada pós-64) e, sob o manto militar, mesmo podados, resistem e lutam.

 

atualizado em Quinta, 06 Junho 2013 19:59
 
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