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O POETA É UM FINGIDOR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Sexta, 04 Julho 2014 12:52


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Gabriela Raianne/Letras (FAMASUL)

Ser poeta é um fingidor de suas dores, é gritar o que sente através das palavras descritas em versos ou poemas, traduz o que pensa do mundo ou das coisas. Poeta, homem tradutor de belas palavras, que invadem os ouvidos das pessoas que leem de forma silenciosa.

 
O POETA ENXERGA ALÉM DO HORIZONTE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Sexta, 04 Julho 2014 12:45


Albanielly Soares (História/FAMASUL)

Por si só, a palavra poeta já traz uma ideia de algo precioso, de beleza e arte. Nada tão simples, mas também nada tão complexo, pois na verdade a poesia está dentro de cada um, a única diferença está em saber deixar esta criação fluir naturalmente da alma.

 
A IMORTALIDADE DO POETA - Marcondes Calazans PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Sexta, 04 Julho 2014 12:42

Marcondes Calazans

O poeta é alguém que pensa. A ideia de poesia é ausente quando ele se encontra de lápis na mão e papel sobre a mesa. Ele (o poeta) escreve o que pensa sobre tudo. Na maioria das vezes, sobre dilemas e agruras existenciais. Poesia e poética são a ética do poeta por vezes na absoluta certeza de que sua dialética é a felicidade e a tristeza, é nutrir-se para quem sabe sorrir ou ficar triste.

 
COMENTÁRIO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Quinta, 27 Março 2014 22:39

VCA

“A mão designa e assinala

porque o homem é um sinal”.

“É a ambiguidade da linguagem

fonte da poesia”.

 
EM DEFESA DA MINHA POESIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Sexta, 07 Março 2014 12:08

Esse pressuposto frívolo e falho (ou fressuposto) de que o poema necessariamente – e por definição ou natureza – tenha um sentido prévio, dado e depois mecanicamente construído e adornado por palavras, quantificável, anterior, apodítico destino da jóia palavrosa, poesia, sob pena do poema não ter sentido, se este não for óbvio e ulular, como escrínio verbalizado incólume. E dai vem o sem-sentido da poesia, que está-sempre-além- e-aquém de todos os falíveis sentidos, de que se impregnem as coisas comuns (e os homens idem, como Joyce previu), cotidianas, transitórias, etc.

 
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