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REVISTA DO NORDESTE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Quinta, 26 Dezembro 2013 18:12

É função, papel crucial das revistas, vasculhar o passado da mídia e trazer à tona notícia de revistas que marcaram época. Fiz (como editor desta revista e do jornal O Monitor) matéria sobre a revista de literatura e mundanismo CIDADE, de Garanhuns, de 1940. O faço agora com as revistas SENHOR, dezembro de 1961 (200 cruzeiros) e REVISTA DO NORDESTE nº 9, dezembro de 1958 – Recife – PE (10 cruzeiros). A empresa editora de RN ficava na rua da Glória, 32 – 1º and. e era presidida por Wilson de Moura Lira.

 
VITAL DEPOIMENTO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Quinta, 26 Dezembro 2013 18:01

A mobilidade das imagens (ou imagemóbil) em VCA é grave, intensa, completa. É uma poética cacheada de imagos verbais, chegando a um vórtice o delírio lírico, convulso verbo, fuzilando o noturno para criar manhãs definitivas sobre noite furiosa e sonâmbula dos calabouços (de que poetava o luso José Gomes Ferreira), mestre e ícone da poesia absoluta.

 
SOBRE CANTARES A SALOMÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sexta, 13 Dezembro 2013 12:47

por Vital Corrêa de Araújo

CANTARES A SALOMÃO (CS) consiste num conjunto harmonioso de poemas que representam, não uma paráfrase, mas um comentário – e uma homenagem, ao CÂNTICO DOS CÂNTICOS, atribuído ao sábio poeta Salomão.

 
REGINALDO FILÓSOFO OLIVEIRA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sexta, 13 Dezembro 2013 12:40

Em síntese – e para não me alongar, o filósofo e homem de ação Reginaldo Oliveira, no âmbito do seu profundo tirocínio e na ambiência de sua prática humana, percebe nitidamente que as aparências e as máscaras que simularam o viver monetário hodierno ou movam a urgência do dólar no bolso e do euro na alma,

 
OBSCESSÃO DA POESIA ABSOLUTA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Segunda, 02 Dezembro 2013 18:33

A Poesia Absoluta recusa – e é peremptória (abomina o conteudismo como finalidade da linguagem como ideologia que faz veículo da palavra) redução (da palavra poética) a conteúdos obrigatórios e essenciais. Palavra que exista só pelo que diga, que objetive só e nada mais que conteúdo.

 
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