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IMATERIÁLIA VERSUS ANIMÁLIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Terça, 15 Outubro 2013 12:40

Se a poesia absoluta é atemática, é imateriália. Não é abstrata, sob pena de ser louca, redundante, purononsense, meio decorativa da página, colorífica. Se dispensa o tema, qual o objeto, como substituí-lo? Ao renunciarao sentido, poeta moderno renúncia ao objeto. O objeto do poema não é mais o objeto maternal (material), a descrição, o fato, o aniversário, a queda das torres gêmeas, a enchente, a seca. Algo meramente concreto.

 
ADENDO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Terça, 15 Outubro 2013 12:40

Palavras agudas, sintagmas esdrúxulos, verbo enlouquecido (vocábulos profundos de cores graves e altas, sílabas se alevantando como bandeiras despregadas). Liames abstratos, laços irredimíveis, desgramaticizados, com nuances de revolucionárias sintaxes. Em suma, palavras em discordância incontida e descontínua harmonia. Algo fulcral. De sentido físico e metafísico simultâneos.

 
REIVINDICAÇÃO DA POESIA ABSOLUTA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Quinta, 10 Outubro 2013 20:00

A poesia absoluta reivindica um universo de significações e não um sentido único, um mero e simples sentido que justifique o poema (perante leitor fácil ou viciado no facilitário da poesia neoparnasiana ou neorrerparnasianada).

 
POESIA E LIBERDADE (SENTIDO DO FUTURO) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Quinta, 10 Outubro 2013 19:55

A poesia, como arte humana por excelência, embora autônoma, isto é, como fim em si mesma, é o meio ideal, hábil, mesmo material, de conhecimento universal, interior e inteiro, não segmentado como o das ciências. E esse conhecimento uno e múltiplo é contemplado liricamente.

O poeta tem o dom disso, o dom de se dar-se (o si). Da contemplação do silêncio em que o poema se engaste. A poesia absoluta é a única, até hoje e depois, que propicia uma nova imagem do mundo. É como que uma pintura de palavras recalcificada da erosão (ordinária) do mundo cotidiano.

 
POR QUÊ? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Quinta, 10 Outubro 2013 19:53

Por que insistir derrotadamente com uma linguagem esgotada, anacrônica, centenária, a repetir de modo novo (ou não) imagens vencidas, restolhos de sintagmas; tal insistência com uma linguagem antiquada – e o uso da velha forma do soneto (de modo inventivo ou não) é entregar-se, de corpo e alma, ao anacrônico e desistir de deter uma linguagem atualizada, mais da época, de hoje, e não de cem anos atrás.

 
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