Murilo Gun

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MESSE HUMANÍSTICA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Segunda, 23 Setembro 2013 18:21

A forja do mundo moderno (aquele que se alicerçou desde Grécia, Roma, Idade Média e engravidou o futuro, que é o agora) foi instalada no distante século XIV (o prenúncio das grandes navegações já ativo).

A sociedade feudal (tão arrumada, bem estabelecida, persistente), os barões e os servos de gleba, toda a estrutura sócio-econômica e cultural da sociedade feudal (medieval) foi colocada em cheque (mate a médio prazo) pela ascensão da classe comercial e dos seus financiadores, os banqueiros de cuja inversão de capital brotaram as navegações e descobertas (inclusive do novo mundo, a América), empresa de alargamento das fronteiras comerciais do mundo financiada pelos banqueiros (dos países baixos) holandeses (e italianos, das várias e opulentas cidades-estados). Tal como Recife obra de Nassau financiada pelos banqueiros batavos da Cia das Indias Ocidentais.

 
PARA MURILO GUN, POR SUAS INCOMENSURÁVEIS VITÓRIAS PARA CLÁUDIO CORRÊA DE ARAÚJO NETO, EXEMPLO E CARNE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Segunda, 23 Setembro 2013 18:19

Para o velho amigo

ceo das empresas de Baco na Terra

vinhateiro progressista

visionário da vide nordestina

que das águas do São Francisco

retirou as uvas

 
(DES)ENTENDIMENTO POÉTICO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Segunda, 23 Setembro 2013 18:14

Na página, mármore, poeta cinzela (plasma sígnicos sentimentos), lança nesse pétreo mar branco sua rede de metáfora, apanha o peixe-sintagama, e do cardume de significantes içado arma o poema, objeto terreno e alado.

 

Ou sobre o branco da página se debruça, arranja o texto como quem a tela com tino pincela, mancha gráfica que sobre é o poema.

 

 
CÍCERO FELIPE: UM RELÂMPAGO VERBAL. PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Segunda, 16 Setembro 2013 19:54

Cicero Felipe (16 anos) é um Poeta. Ponto final. Digo, afirmo, confirmo, e assino em baixo. Jovem, interiorano, trabalhador desassalariado, lutador pelo pão diário, ao lado da mãe – Dona Mary -, uma verdadeira heroína nesse país de heroínas, mulheres que afrontem o destino madrasto, e vençam, pois a vitória está na dignidade da luta e no desabrochar dos filhos para a vida.

 
COMO A POESIA NASCEU PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Segunda, 16 Setembro 2013 19:53

Na poesia, estabelece-se uma relação (ou compenetração íntima, cálida, complexa) quase sexual, porém inusitada, com os objetos (do mundo e da vida). É uma busca de arquétipos perdidos, empreendida pela palavra. O verbo no poema é um tipo esdrúxulo de Indiana Jones.

Não se pode obter respostas (tipo lições, capas ou retratos de emoções, explicações) pela poesia, porque ela está mais além da banalidade do mundanismo, da imediatez quase automática que na vida comum (capitalizada, urbanizada ao máximo, gozada ou sofrida à saturação) perseguimos com obsessão e implenitude.

 
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