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A NOVA NATUREZA DO HOMEM PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Terça, 10 Setembro 2013 19:10

Compomos uma sociedade tecnologizada, cuja característica aparente principal situa-se no âmbito da difusão e produção de imagens e informações.

De ídolos e simulacros somos férteis. Leibniz amaria viver essa hora de intempéries do homem.  Quando a mônada do mundo é uma gosma em espasmo.

No caso do Brasil, nos encontramos na periferia desse contexto, cuja ponta está nos Estados Unidos, Ásia e Europa. Computadores, notebooks, smartfones, games, celulares, tipo iphone (2G, 3G, 3GS), tablets são ídolos dessa nova crença tecnológica. Comportamo-nos como crianças operando chips, calculando tarifas adequadas, acompanhando gerações e exibindo essas nanomáquinas (de bolso e alma), que nos inserem na tecnosfera e nos convidam a realidades virtuais sofisticadas, aceleradas e mesmo desconcertantes.

 

 
A POESIA ABSOLUTA É INDIGESTA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Terça, 10 Setembro 2013 19:00

A Poesia Absoluta tem por condição ou natureza um viés objetivo que poeta trata abstratamente. Toda e qualquer palavra é criadora: de símbolos, de sugestões, de referenciação ao mundo, de uma raiz do real ou de um simulacro ou notícia da realidade.

 
A MORTE ETERNA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Terça, 10 Setembro 2013 19:00

A morte é um caminho impercorrido pelos vivos.

Só aos que o sopro abandona dá-se o privilégio de conhecer essa senhora sinuosa mas severa, incontível porém caudalosa, sobretudo astuciosa.   Ou somos nós que não valorizamos essa tão velha dama impiedosa? Damos à morte muitas razões, vário motivo, facilidades sem conta, desculpas imperdoáveis, para que ela nos leve a seu reino triste, inconhecido mas possivelmente doloroso ao extremo. Se Deus, tão abnegado e propiciador audaz, nos deu a vida, foi para ser vivida, nunca desperdiçada, trocada por tostões ou biscoitos, num escambo bursátil arriscado. Em paixões amorosas idiotas liquidada a troca de lágrimas ou ciumadas sem dentes.

 

 
POESIA PARA QUÊ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Terça, 10 Setembro 2013 18:58

Sthéfane Mallarmé, um dos fundadores da modernidade poética, se obstinha em não agradar aos leitores mais sensíveis, viciados no facilitário da compreensão. Exigia pois, do seu qualificado (e bastante inumeroso) leitor, suor compreensivo.

 

Mallarmé considerava a clareza poética, a frase conclusiva, o verso certinho graça bem secundária, afirma Valéry.

 

Poesia é para nós (nos) compreendermos e não para sermos compreendidos.

 

Quando acoimaram Mallarmé de obscuro, ele perguntava se a obscuridade provinha de insuficiências do leitor ou da poesia.

 

O poeta, dispara Mallarmé, não pode exibir o sentido do poema numa bandeja dourada à mão (beijada) do leitor, senão não passará de um simples camelô da literatura, mercador de palavras bonitas, pio escultor de frases de efeito, a batear gemas pérolas, joias verbais preciosas mas sem valor poético real. Mero adereço do espírito parco (subtraído).

 

 
MUNDO IDIOTA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Terça, 10 Setembro 2013 18:52

Avós, a morte os levou. Resta-nos não ser lavados (no IML ou num hospital, caro e imoral). Precisamos saber. Viver.

Não adianta a piedosa. E ilusória sapiência da morte. Aquilo de que a vida é uma preparação para a morte é idiotia doente. A vida, o sopro vital, é apenas a condição, o grid para deslanchar a viver plena e eficazmente. Onde morrer não deve constar do plano de voo da vida.

 

 
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