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DE BULIMIA E ... PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Terça, 27 Agosto 2013 18:09

Messe do abismo obtenho

das colheitas noturnas

(e do britânico fruto da treva)

após um dia pleno

de catástrofes azuis

e sinais (ou signais) digitais aziagos

(ou cardio-digitálicos).

 
CRÔNICA SOCIAL EM PERNAMBUCO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Terça, 27 Agosto 2013 18:07

O jornalismo social resenha de acontecimentos da sociedade, em que pontificaram no passado Alex, Zózimo, Ibrahim Sued), de Pernambuco é sólido, avançado, bem escrito – lá pulula o noticiário refinado e bem informado político, econômico, literário, cultural. A excelência hoje alcançada se deve a dois nomes de peso (os melhores no gênero do jornalismo brasileiro): João Alberto e Alex. Este dedicado hoje à Academia Pernambucana de Letras.

 
CREPÚSCULO DE GARANHUNS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Terça, 27 Agosto 2013 18:03

ÓTICO ALTO ESPETÁCULO

 

Do meu silo de silêncio

silêncio que é o cereal da alma

da cela (com cilício) do Mosteiro

do pote de solidão verde ébrio

e da beleza embriagado contemplo

 
CORAÇÃO DE AREIA É POESIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Terça, 20 Agosto 2013 12:48

Maria Cristina Cavalcanti de Albuquerque

Vital Corrêa de Araújo – Coração de Areia – FUNDARPE

É encantador o Coração de Areia de Vital Corrêa de Araújo, livro de poemas lançado pela Fundarpe. Concebido com apuro de quem enxugou léguas de palavras, estrutura-se, com consistência, em torno de um tema-título que se desdobra ao longo do livro, em cascatas de metáforas e símbolos. Harmoniosa sua poesia flui com naturalidade entre conceitos concretos – quase rudes – e imagens abstratas e sutis. Infinitamente sutis:  “...órgão oco e muscular, habitante da cave do tórax e bebedor de sangue...”

 
CONFESSO (0) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Terça, 20 Agosto 2013 12:47

Na poesia absoluta, no seu exercício, na sua compulsão e vertigem do verbo, dou vazão a mim (mesmo) e a mim não o mesmo (ao mim outro, a algum eu não vital); dou plena vazão a minhas fantasias, pulsões (boas ou más) e desejos (geralmente eróticos demais).

E invalido o poema.

 

 
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