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(POEMA PROIBIDO PARA MULHERES ANTES DOS SESSENTA) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Terça, 20 Agosto 2013 13:10

DESEJO PURO

Após os sessenta, as seivas se iluminam

os hormônios erguem muralhas contra o desencanto

as entranhas tornam-se fluentes

rios de anelos adivinham novas volúpias

êxtases adormecidos acordam sedentos

saltam da alma para o firme corpo

por tantos gozos e dores extremado.

 

 
O CRÍTICO ÁLVARO LINS – I PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Terça, 20 Agosto 2013 13:06

Num país em que a literatura, a cultura literária, perde espaço progressivamente na proporção direta do progresso material, não surpreende o esquecimento que envolveu o nome e a obra de Álvaro Lins, por largos anos, que só agora começou a ser revisitado, graças a uma conjunção feliz que uniu dois caruaruenses, Fernando Lyra (presidente) e Humberto França (diretor) da FUNDAJ, que tomaram a si a tarefa orgulhosa de levantar o véu – quebrar a pátina – e mostrar aos céus o valor desse grande intelectual brasileiro e universal, o também caruaruense Álvaro Lins, crítico de quatro costados e ene recursos, dinâmico e afável, sobretudo, coerente e batalhador.

atualizado em Terça, 20 Agosto 2013 13:12
 
NO PRINCÍPIO, FOI O ALEPH PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Terça, 20 Agosto 2013 12:57

 

O principio de tudo foi O Aleph, livro escrito entre 1993 e 1969. Quando chegou ao Brasil, nos anos 60, Jorge Luis Borges já era conhecido de uma intelectualidade mas, a partir de então, passou a ser parte das discussões de uma juventude ainda sufocada por uma ditadura militar e que teimava em mergulha naquela ficção tão fantástica que parecia estar tratando da sociedade brasileira.

 
DESSAVESSANDO O AVESSO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Terça, 20 Agosto 2013 12:53

BEZERRA DE LEMOS

“A crítica costuma não confundir a obra literária com seu autor. São dois elementos distintos, que se confirmam com a “Autopsicografia”, de Fernando Pessoa, e a “Filosofia da Composição”, de Edgard Allan Poe. Todavia se faz necessário associar a obra vitalina ao Vital, seu criador e, por extensão, compará-lo aos deuses do Olimpo, na Grécia, notadamente à Érebo, que se uniu com a noite para procriar. Esse deus é anterior à antiguidade: ele produz ou inspira invisível simpatia entre os seres. Aproxima, une, mistura, multiplica. É o deus da afinidade universal. Invencível. Nenhum ser pode furtar-se à sua influência ou ao seu poder. Esta é a descrição do amigo e poeta Vital Corrêa.

 
BRINDE À TAÇA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Quarta, 14 Agosto 2013 19:34

A essa forma de prece e alvorada

a esse continente de sede e sonho

o mais puro brinde ergo

brando o trago mais profundo.

 

A essa lágrima de cristal e garça

a essa cave em que o vinho golfa

a essa gota aberta em copa

oferto a tua boca minha taça.

 

 
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