POEMA SINCERO Versão para impressão
Escrito por Administrator   

Tua túnica negligente deixava

rastro de aroma da racha passar

de messalina melosa teu vulto

denunciava-me vital virilidade

tua transparentíssima nudez

sexo ancho cheio de meus bulícios

de beijos e sucções inchando

tua bunda mordente

teu gozo insolente

abundante bananoso

preta seda dos pentelhos eloquentes

derramando-se da ravina furiosa da volúpia

tua isósceles sublime anca

me endoideceram plenamente

puramente me enlouqueceram para sempre.

 

Teu torso arrogante e reverente êxtase

me serenaram (pós-pequena morte, vim a mim)