HIPOCRENE Versão para impressão
Escrito por Administrator   

Fantasia não engana, salva

Coice agudo do pétreo casco de Pégaso

desencadeado qual raio de Zeus

solo ferido, ar em pó, chão aberto em concha

vertente água brotando em riste cristalino

arroio emulando com ultrarrios e ferozes córregos

riachos de mandíbulas rumorosas e lentas

atraindo poetas para o fluxo que cria.

 

Secreta água augusta a poeta embevece

embriaga a palavra, dela dessedentam rimas.

 

Notas: No Monte Helicón Grécia

clássica, da fonte Hipocrene

das musas bebiam dom do verbo

camaradas poetas

em haustos líricos