Poço de lama, espelho da alma.
Rima Brasil com azul falho.
Sublime desordem lírica vital.
Essa lucidez cega
de luz erótica
de céu herege.
Por que não sepultar o coração
nas óbvias covas desses tempo sem raça
púlpito de banalidade incansável?
Essa lucideza ácida.
E fantasia doente...
Blasfema piedade.
Sublimidade depravada.
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