Não crio por encomenda de editor ou da perspectiva frágil de leitor possível. Porém, crio de conformidade com meu espírito, não em função de nada menor que a alma.
Não me proponho a dirigir, encanar, balizar, enganar, iludir, provocar, endossar, adoçar, dulcificar, divertir ou advertir a consciência de leitor. Não me incita isso.
Mas, sim, babo por questioná-la (à consciência leitoral), tirá-la da madorra, desconfortalizá-la ao máximo... e esperar sua reação boa ou má. Esperança ou desastre.
Leitor não dirigido por mídia de editora, mas com liberdade de leitura à sua escolha.
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