Sinta o insentido
e dessentido seja
seu princípio.
Abra com o poema
contêineres de sentidos
e embarque na voragem
do verbo para o último.
Descultive o hábito
plástico de entender
poema em busca sempre
dos mesmo sentidos.
Não procure o tempo perdido
do fausto entendimento
a vida passa e o poema fica
impressentido.
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