Aquele mamilo adolescente
que eu manipulava com apreço
não me sai da rima
jamais esqueço.
Olhava o tênue pentelho
a relvazinha artstca da racha
no prado da cama espalhada
em apego ventral. Irresistvel.
Eu baixava com perícia
voluptuosa a bermudinha rosa
mordendo sua diafaneidade pura.
Branco zelo fazia
surgir a santa calcinha
estufada de viço e cárcere
da estupenda nádega a luz ávida
e a seda viçosa do olhar
se espalhavam no lauto
espelho do motel precioso.
O desejo enlouquecia
eu não atnava
com os glúteos da étca.
Àquela carne macia
e proibida eu ajoelhava.
Polpa opulenta da anca
infação do desejo desatava.
Extasiado às raias da loucura
era lavado
à rútla ferida debruçado.
(Quando acordei
do sonho mordente
estraçalhara de seminais estrelas
o travesseiro).
Retro das Águias, 08/08/2015






