Ao abismo apenas ponto negro de uma geometria absoluta
ao silêncio dos espaços inertes ofereço meu urro imerso no cosmo vivo
à “por que algo existe e não nada?”
Ao metro, ordem mas não medida
ao tempo hindu
hélices sânscritas ou socráticas?
Tempo curvo, lento ou vertiginoso?
À manhã, só o inicio das longas noites insensatas e distantes
ao âmbito da náusea
ao cone da sombra.






