Mas eis que as coisas se povoam de deuses
usina de pandemônios desatada
dínamos insones, máquinas sem nome
ímpetos a trabalharem sem temor
procriando criaturas quânticas
nascidas da fé e da albumina
seres únicos de ossos e seixos
do medo e da dúvida vindos chegaram
do choque de hostes místicas e lógicas celestes
de fiéis batalhas
e demiúrgicas liças rebentaram
(do amor da relva com o carbono
do nitrogênio com a leguminosa)






