Os teares morreram.
O páramo também.
O etério está à mingua.
Só um sonâmbulo robô persiste
lacerando flores sobreviventes
plasticando rosas.
A máquina é eterna, não o homem.
Só ouço ossos e signos confusos
de dódalos, musgo, apolos e cogumelos.
A idade parou.
Restam festins de baco no birô.
Irreflexão: vitória é algo como
um sibarita displicente.
A loucura é um arbusto que gargalha.
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