Sei que águas levarão meu rosto
para o trâmite dos abismos
e dejetos iluminarão latrinas.
No ângulo do levante o rosto mirrará.
Semente de mostarda ocupará o coração.
Às urgentes sarjetas do sonho
onde destroços das horas juntarão
ruínas do rosto, esgotos do amor
e brilhará o abandono.
Cloacas hão de dançar
a céu aberto
valsas podres
blues mortos.






