Quando parto do monóstico: toda verdade é cética, estou contestando o mito da verdade objetiva, que é um sonho tolo do sujeito superficial, carapuça dos “poetas” (com aspas).
Quando, em poesia, se nega a possibilidade da verdade objetiva, se afirma a natureza relativa dos sistemas de verdade. (Ver Gadamer).
O problema reside no fato de nossa percepção ser culturalmente – ou econômico-culturalmente – condicionada à verdade objetiva, como verdade natural, científica, religiosa, total.
O CLARO POÉTICO (raiz do bem ou do mal?).
Você (cara leitora, cru leitor) jamais conseguirá uma imagem clara do poema poema, pois as interpretações mudam. A mudança hermenêutica é dialética. É e não é tudo em poesia.
Como a exegese é mutável por natureza da poesia neoposmoderna você não conseguirá (ao me ler) mais que uma perspectiva de sentido. Uma face das ene.
Que deve a (o) insatisfazer.






