Segundo o psicanalista e poeta
Osman Holanda Cavalcanti
o ID é o éden da mente.
O id é louco, panegírico
hecatômbico. Um labirinto
sem entrada ou saída.
Do meu id doido extraio
palavras que sonhem ser poemas.
Sou anatemático contumaz
capaz de aleivosias virais
atemático por demais. Mas
amo anátemas.
Sigo sempre o id vital
para vencer na vida (e na poesia logicamente)
e desentocar a palavra incerta.






