06
Seg, Abr

Poemas
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Os brincos de Ganimedes são ásperos

e o túmulo da água grega excele.

Ao sátiro de ouro do relicário de Tarento.

Todo o volume da soberbia exposto. A oiças civis.

 

Os últimos deuses vi agitados ainda

musculosos, contorcidos, agonizantes.

 

Poema a ritmo de anéis de serpentes.

 

Que força move roda da vida duvidosa

ou dínamo da fortuna que não

poesia absoluta?

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Murilo Gun

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